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sábado, 4 de junho de 2011

Simplesmente aconteceu...

Estava ali, mas nós somos assim mesmo, não damos o devido valor quando se tem em mãos.
Agora longe, muitas vezes sem nenhum tipo de contato é que vemos, é que um simples aperto de mão pode arrepiar até o último fio de cabelo.
Antes sentia que faltava algo.
Agora você é responsável por uma dor que não me é cruel, mas machuca tanto.



Por que somos assim?

Para um cão, você não precisa de carrões, de grandes casas ou roupas de marca.
Símbolo de status não significam nada para ele. Um graveto já está ótimo pra ele.
Um cachorro não se importa se você é rico ou pobre, inteligente ou idiota, esperto ou burro.
Um cachorro não julga os outros por sua cor, credo ou classe, mas por quem são por dentro.
Dê seu coração a ele e ele lhe dará o dele.
É realmente muito simples, mas, mesmo assim, nós humanos, tão sábios e sofisticados, sempre tivemos problemas em descobrir o que realmente importa ou não.
De quantas pessoas você pode falar isso?
Quantas pessoas fazem você se sentir raro, puro e especial?
Quantas pessoas fazem você se sentir extraordinário?



--†--Sentimento calado--†--

Tudo voltou ao normal.
Novamente a tristeza que antes disfarçava,
agora expulsa de meu ser, abalado.
Como posso ter todo esse mal?
Esse mal de fixar meu pensamento em uma só coisa.
Em uma só lembrança, em uma só pessoa.
Estou morrendo pouco a pouco...Quero gritar!
E essa dor esta despedaçando meu coração.
Estou me perdendo novamente.
Na melancolia e na escuridão de minha mente.
Onde só existe arrependimento e vontade.
Vontade de te pedir perdão e te ver feliz.
Mas, te ver feliz seria com sua outra metade.
Não eu... Não quero lágrimas ao meu peito,
E sim um sorriso direto.
Por mais que eu tenha certeza.
De que nunca mais terei ao meu lado sua beleza.
Ainda teimo em continuar nessa eterna tristeza.
Ferindo-me neste amor roubado.
Desse sentimento calado.


quarta-feira, 1 de junho de 2011

O contrário do amor

O contrário de bonito é feio, de rico é pobre, de preto é branco, isso se aprende antes de entrar na escola.
Se você fizer uma enquete entre as crianças, ouvirá também que o contrario do amor é o ódio. Elas estão erradas. Faça uma enquete entre os adultos e descubra a reposta certa: o contrário do amor não é o ódio, é a indiferença.

O que seria preferível, que a pessoa que você ama passasse a lhe odiar, ou que lhe fosse totalmente indiferente? Que perdesse o sono imaginando maneiras de fazer você se dar mal ou que dormisse feito um anjo a noite inteira, esquecido por completo da sua existência?.
O ódio também é uma maneira de se estar com alguém. Já a indiferença não aceita declarações ou reclamações: seu nome não consta no cadastro.

Para odiar alguém, precisamos reconhecer que esse alguém existe e que nos provoca sensações, por piores que sejam. Para odiar alguém precisamos de um coração, ainda que frio, e raciocínio, ainda que doente. Para odiar alguém gastamos energia, neurônios e tempo. Odiar nos dá fios brancos no cabelo, rugas pela face e angústia no peito. Para odiar, necessitamos do objeto ódio, necessitamos dele nem que seja para entende-lo e pouco humor para aturá-lo. O ódio, se tivesse uma cor, seria vermelho, tal qual a cor do amor.

Já para sermos indiferentes a alguém, precisamos do que? De coisa alguma. A pessoa em questão pode saltar de bung-jump, ganhar um oscar ou uma prisão perpétua, estamos nem aí. Não julgamos seus atos, não observamos seus modos, não testemunhamos sua existência. Ela não exige olhos, boca, coração, cérebro: nosso corpo ignora sua presença, e muito menos se dá conta de sua ausência. Não temos o número do telefone de pessoas pra quem não ligamos. A indiferença, se tivesse uma cor, seria cor da água, cor do ar, cor do nada.

Uma criança nunca experimentou essa sensação: ou ela é muito amada, ou criticada pelo que apronta. Uma criança está sempre em uma das pontas da gangorra, adoração ou queixas, mas nunca é ignorada. Só bem mais tarde, quando necessitar de uma atenção que não seja materna ou paterna, é que descobrirá que o amor e o ódio habitam o mesmo universo, enquanto que a indiferença é um exílio no deserto.

O que é AMAR?

Amor não é dizer que "eu te amo", mas demonstrar o amor que se sente por quem se ama.
Amor não é ficar contente quando a pessoa está bem, mostrar que se preocupa com os problemas do mesmo e cuidar deste quando precisa ou não.


Bem, então tenho certeza do que é amar, mas se é algo que nos faz sentir bem quando o outro está, então eu estou amando.


Felicidade, o que é isso?

Houve uma vez em que perdi uma pessoa valiosa.
Meu coração ainda dói...
Um acontecimento terrivelmente doloroso.
Dor... dos acontecimentos dolorosos que restaram depois de perder a pessoa valiosa...
Mas estou procurando...
Por alguém que vá gostar de mim como eu sou.
Minha própria pessoa.
E...
Eu encontrei essa pessoa.
Mas isso é o começo de algo mais doloroso.
É triste estar com alguém sabendo que não há nada que você possa fazer por essa pessoa.
Olhar essa pessoa sofrer é tão doloroso quanto...

Então eu me afastei daquela pessoa.
Eu desapareci, porque eu gosto dela.
Mesmo assim...
Não poder ver essa pessoa é muito mais doloroso.
Não poder ver essa pessoa é muito, muito mais doloroso.
Por eu gostar dela... eu a deixei.
Você gosta dela, mas a está abandonando?
Isso é pelo bem da felicidade dela...
Felicidade... o que é isso?
Felicidade, isso é...


"Felicidade é... estar com alguém que você ama...
Apesar de termos passados por momentos dolorosos e bons pelo fato de estarmos juntos....
Mas... Não poder ficar junto é muito mais doloroso.
Minha felicidade está apenas com aquela pessoa."